A instalação configura-se como um novo modo de apresentação da obra de arte. o ouvinte não está circunscrito a uma posição fixa no espaço ,mas é convidado a criar sua própria relação espacial com a obra. [...] de modo que o ouvinte encontra-se livre para estabelecer suas próprias relações com o tempo da obra e com o espaço em que lea se insere. (Aldrich, 2003) Campesato, 62.
Levin, curador e crítico de arte mexicano Elias Levin (1999), aponta que a arte sonora concebe o som como um elemento plástico, capaz de ser moldado e modificado na procura de significados "além da sua natureza intangível" (Levin, 1999, p.135). Para o autor, uma vez isolado, o som foi liberado de suas associações culturais e seu poder metafórico foi recuperado. Em certa medida, teriam sido essas reflexões e experimentações que levaram ao desenvolvimento e incorporação da arte sonora no circuito das artes plásticas. (CAMPESATO, 2007, p.62)
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