O objeto é polissêmico, isto é, oferece-se facilmente a várias leituras de sentido[...] Em outras palavras, cada homem tem em si, por assim dizer, vários léxicos, várias reservas de leitura, segundo o número de saberes, de níveis culturais que dispõe. Todos os graus de saber, de cultura e de situação, são possíveis perante um objeto ou uma coleção de objetos (BARTHES, 1987:178).
BARTHES, Roland. A aventura semiológica. Lisboa:Edições 70, 1987.
Nenhum comentário:
Postar um comentário